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Horários de pico: qual o melhor horário para trabalhar de Uber?

Uma das maiores vantagens de ser um motorista particular por app é ter a autonomia para definir seus horários de trabalho. Quando começar e quando parar são decisões um tanto quanto pessoais de cada motorista. Alguns preferem dirigir pela parte da manhã, pois se sentem mais seguros. Outros pela parte da noite, para não enfrentar muito trânsito. No entanto, existe alguns fatores essenciais que devem ser avaliados para você escolher quais serão seus horários de trabalho. E um desses fatores são os picos de horário de solicitação de corrida.

Ganhos do Motorista Uber: preço fixo, app Rebu e as mudanças

Você que é motorista Uber já deve ter passado pela seguinte situação. Após realizar sua corrida, você vai conferir seus ganhos e percebe que há uma diferença entre o que o app te pagou e o que você deveria ganhar. Isso se deve ao chamado preço fixo.
O preço fixo é a forma com que a Uber calcula o valor de suas corridas. Você, como passageiro, deve ter percebido que geralmente o valor da estimativa de preço de uma corrida é igual ao preço real cobrado pela corrida realizada, não importando se o motorista acabou pegando um trânsito ou até mesmo fez um caminho mais rápido. Isso porque a Uber realiza uma estimativa do tempo e distância em que o motorista realizará o caminho. No entanto, os motoristas podem  optar por outras rotas, utilizando apps como o Waze.

O mercado de aplicativos de transporte no Brasil

Temos conversado aqui no Blog sobre a importância dos aplicativos de transporte tanto para passageiros quanto para motoristas. Para os motoristas particulares, que já realizam corridas por meio de aplicativos como a Uber, temos batido muito na tecla da importância de ter o seu próprio app.

Além de se livrar das altas taxas normalmente cobradas pelos aplicativos, a tecnologia Driver Machine possibilita você ter o seu próprio negócio e entrar de vez em um dos mercados que mais cresce no Brasil. Falaremos dele hoje.

PLC 28: a lei da Uber e dos aplicativos de transporte

Há cerca de três anos os aplicativos de corrida são um sucesso entre os brasileiros. É muito difícil encontrar uma pessoa com um smartphone que não tenha baixado Uber, Cabify, 99, easy… Do lado do passageiro, uma excelente oportunidade para chamar um veículo com agilidade e preço justo. Já por parte dos motoristas, uma excelente oportunidade para conseguir um dinheiro extra, principalmente tendo em vista a crise econômica pela qual o país passa (Segundo o IBGE já existem 13 milhões de desempregados no país).

Como toda novidade, houve um intenso debate sobre como as leis do país se adaptariam a essa nova forma de trabalhar. Era um verdadeiro clima de Fla-Flu, pessoas contra e a favor dos aplicativos. Mas afinal hoje, passados quatro anos da chegada da Uber no Brasil, o que diz a legislação brasileira?

Motorista, 6 dicas para você se dar bem nesta Copa do Mundo

De quatro em quatro anos os melhores jogadores de futebol do planeta se reúnem para disputar o torneio que define qual é a melhor seleção de todas. A Copa do Mundo este ano vai reunir os craques da bola na Rússia, mas você não vai ficar de fora dessa. Ou tá achando que é só a equipe do técnico Tite que tem tudo para se dar bem nesta Copa?
Copa do mundo é o momento que até quem não é muito fã de futebol se reúne com a família e com os amigos seja na casa de alguém ou em bares e restaurantes da cidade. E é nesse momento que você pode se dar muito bem como motorista particular.

Como ter o seu próprio aplicativo de transporte?

A crise econômica que se abateu sobre o país nos últimos anos obrigou os brasileiros a se virarem para obter uma renda extra. É por isso que a Uber caiu como uma luva nas mãos de tantas pessoas que buscavam uma escapatória para a crise. Parecia a solução certa tanto para os passageiros, pelo baixo custo e pela agilidade, tanto para os motoristas, que estavam descolando uma boa grana.
No entanto, o tempo foi passando e o que parecia ser apenas glória foi se tornando um pesadelo. As altas taxas cobradas pelo aplicativo, que chegam a tomar 25% do valor da corrida, acabou desestimulando os motoristas, que percebiam que não estavam mais lucrando como na chegada do aplicativo no Brasil. Eles passaram a recorrer a outros apps como o Cabify, 99 e a Easy, mas as taxas ainda eram muito altas para tornar o negócio plenamente lucrativo.